Resilion no IV SINTRE

Nos dias 27 e 28 de maio deste ano (2026), nós da Resilion participamos do IV SINTRE, Seminário Internacional de Transmissão de Energia Elétrica, onde compartilhamos um pouco sobre as ideias por trás da nossa solução que ajuda a prevenir e monitorar desligamentos e quedas de torres causadas por eventos climáticos extremos, atos de sabotagem, colisões e problemas estruturais.

Segue abaixo resumo da apresentação. Se quiser receber a apresentação completa, envie um e-mail para contato@resilionenergia.com.br com o assunto Apresentação SINTRE.

Introdução

No evento, apresentamos como unimos inteligência artificial, sensores de baixo custo na borda e o framework do IPCC (Ameaça × Exposição × Vulnerabilidade) para transformar dados meteorológicos e estruturais em ações preventivas e respostas rápidas para as transmissoras.

As mudanças climáticas deixaram de ser uma preocupação para as próximas décadas e se tornaram um desafio crítico e imediato para a infraestrutura essencial. No setor elétrico, esse impacto é medido em números alarmantes.

Diante de um cenário onde 45% das quedas de torres são causadas por condições climáticas extremas, como tempestades e vendavais, fica o questionamento: como proteger redes extensas e complexas de forma verdadeiramente eficaz?
A resposta não está em tentar controlar o clima ou atos de sabotagem, mas em antecipar seus efeitos por meio da inteligência de dados.

O nosso diferencial metodológico

A maior parte do setor elétrico ainda baseia suas decisões em alertas meteorológicos generalizados. No entanto, saber que vai ventar forte em uma determinada região não é suficiente para evitar um colapso.

Para mitigar o risco real de forma cirúrgica, a Resilion adotou o framework multidimensional do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), estruturado em três pilares fundamentais:

Ameaça (A): O evento físico extremo em si (rajadas de vento, descargas atmosféricas, queimadas ou chuvas intensas).

Exposição (E): A localização geográfica exata dos ativos e a interação com o ambiente ao redor, como o tipo de terreno e a densidade da vegetação circundante.

Vulnerabilidade (V): A verdadeira fronteira pouco explorada pelas soluções de mercado. Refere-se a como cada torre específica reage àquela ameaça, considerando sua idade, características de projeto estrutural e histórico de O&M.

Ao cruzar esses três fatores, a Resilion consegue calcular dinamicamente as curvas de fragilidade probabilísticas. Isso significa que a plataforma não diz apenas a velocidade do vento na linha, mas calcula em tempo real qual é a probabilidade exata de falha de uma estrutura específica sob aquela condição climática.

O Ciclo da Resiliência

O valor da Resilion estende-se por todas as etapas de gestão de ativos, dividindo-se em um ciclo contínuo de antecipação, reação e aprendizado.

ANTES: Entender o risco e mudar o paradigma de manutenção

Historicamente, as transmissoras realizam manutenções com base em calendários fixos ou rotinas preestabelecidas. A Resilion permite a transição para uma manutenção orientada por risco, onde a probabilidade dinâmica e as condições reais do ativo ditam onde e quando investir os recursos de O&M, maximizando a eficiência de CAPEX e OPEX.

DURANTE: Resposta rápida

Durante uma tempestade ou incêndio florestal, cada minuto conta. Sensores de alta precisão confirmam falhas estruturais e anomalias físicas em tempo real (como o registro de espectrogramas de vibrações laterais nas estruturas). Isso dá ao Centro de Operações uma consciência situacional sem precedentes, acelerando o isolamento de trechos afetados e garantindo a segurança das equipes de reparo antes do envio ao campo.

DEPOIS: Diagnóstico ágil e aprendizado

Após a ocorrência de um distúrbio, a plataforma consolida dados confiáveis medidos em campo com marcação exata de tempo e localização (timestamps). Por meio de IA e copilotos generativos, o sistema agiliza a análise de causa raiz e gera relatórios pós-evento detalhados para os órgãos reguladores. Além disso, o evento real retroalimenta os algoritmos, recalibrando as curvas de fragilidade para que a frota inteira aprenda com o ocorrido.

Construa um futuro mais resiliente

Antecipar. Reagir. Aprender. Essa é a engrenagem que move a plataforma da Resilion. Nosso objetivo no IV SINTRE foi mostrar ao mercado que existe uma forma mais inteligente, científica e escalável de proteger ativos de energia contra ameaças climáticas, atos de sabotagem e operacionais.

Com curvas de fragilidade calculadas em tempo real e sensores de baixo custo na borda, a transição para uma gestão de riscos moderna está ao alcance da sua transmissora.

Gostou do resumo e quer ver os detalhes técnicos da apresentação? Envie um e-mail para contato@resilionenergia.com.br com o assunto Apresentação SINTRE e nós compartilharemos o material com você. Para conhecer de perto nossa plataforma, agende uma demonstração em nosso site.